Naiara Maria - EM BUSCA DE UMA LUZ !

Se você não quiser  ler  este  apelo até o final,

Ao menos veja como esta criança se encontra

hoje,  no  final  desta   mensagem.

 

 

 

Nayara Maria Florêncio Gouveia dos Santos

Foto tirada em 1998, quando tinha 5 anos.




Você é nosso visitante:

 

            Nayara sempre foi uma criança saudável, extremamente ativa e inteligente.

            Foi alfabetizada e sua predileção é estudar, o que não faz desde que adoeceu.

            Em maio de 2000 Nayara teve uma febre intensa sem origem clara e começou a reclamar de dores na perna esquerda, onde se formou um abscesso também sem causa conhecida. Exames feitos a partir do líquido extraído da drenagem não acusaram nada.

            Daí por diante, a situação de Nayara só se agravou, e em outubro de 2000 ela não mais andava. Passou a viver em cima de uma cama sem se alimentar, o que a levou a uma desnutrição profunda.

            Nayara tinha crises em que se contorcia e se debatia feito louca, sem nunca ter perdido a consciência.

            Nós, a família, achamos hoje que eram crises de dor  pois ao voltar a se comunicar com o mundo depois das crises, ela se queixava de dor abdominal intensa, dor essa que a acompanha até hoje e que ela classifica como contração. Porém na época das grandes crises (dezembro de 2000), nem os médicos e psiquiatras que acompanhavam Nayara chegaram a nenhuma explicação.

            No nosso desespero, apesar de sermos na época católicos, (hoje somos ecumênicos), recorremos e aceitamos ajuda de todas as religiões. Nada nos dava uma esperança. Somente a fé e a vontade de ver nossa criança correndo e brincando de novo eram nossos instrumentos de luta.

            Fica difícil nomear aqui todos os médicos, especialistas em diversas áreas que conheceram e tentaram ajudar Nayara, além dos diversos tipos de diagnósticos dados a seu problema, todos sem muito sucesso. Nayara tomou remédios para loucos, para epiléticos e até para síndromes degenerativas.

            Resolvemos recorrer aos hospitais da capital do nosso estado, Recife. Lá foram feitos todos os exames neurológicos, além de terem sido pesquisados diversos tipos de síndromes. Nada foi diagnosticada e para a nossa alegria, neurologicamente Nayara não possuía nada.

            Partimos para o Hospital das Clínicas em São Paulo, onde ficamos por dez dias tentando achar uma explicação para as dores abdominais e para os movimentos e crises involuntárias de Nayara. Lá, pelos sintomas, os médicos acreditaram que o problema dela só poderia ser reumatológico, já que diversos exames feitos descartavam outras possibilidades. Todos os exames feitos chegaram à mesma conclusão: Neurologicamente, tudo normal.

             A essa altura, ela tinha perdido 9 kg e estava com a estrutura óssea toda fraturada, sem ter havido um porquê.

            A cabeça do fêmur da perna esquerda estava fraturada e deslocada, o que lhe causou 4 (quatro) cm de encurtamento nesta perna, tinha diversas costelas fissuradas, e também uma fratura muito seria na coluna, que por milagre não a deixou paraplégica. Os médicos do Hospital Real Português, em Recife, acharam que ela tinha tuberculose óssea e fizeram o teste terapêutico que durou seis meses e precisou ser interrompido porque Nayara começou a ficar intoxicada com os remédios que de certa forma deram certo. As fraturas cessaram até hoje. Embora mais tarde no hospital Sarah, em Brasília, os médicos tenham tentado isolar essa bactéria e todas as outras imagináveis e não encontraram nada.

Aliás, até hoje, não existe um diagnóstico científico para o quadro de Nayara.

            Começou-se a estudar doenças degenerativas e metabólicas. De São Paulo fomos para o Hospital Sarah em Brasília, onde passamos mais três meses em casa de parentes.

            Nayara tem duas irmãs com mais idade que ela e a essas alturas nossa família estava toda espalhada pelas casas dos familiares. O pai e uma das irmãs na cada de uma tia, a outra irmã estudando em outra cidade e eu, mãe de Nayara e ela, rodando o Brasil a procura de sua cura.

            Via Internet entramos em contato com um médico especialista em erros inatos do metabolismo, o qual nos foi bastante atencioso, mas sua boa vontade e seu conhecimento também não conseguiram nos ajudar.

            Em Brasília, o Hospital Sarah refez diversos exames e fez uns outros tantos e mais uma vez, tudo deu normal.

            Ao sair do Sarah, em outubro de 2002, encontramos uma luz por indicação de uma médica, em uma cidade satélite chamada Gama. Tem um hospital de uma pessoa que nasceu com o dom da cura, senhor Valentim. Lá ele recebe pessoas desenganadas pelos médicos com doenças terminais de todos os tipos e faz seu tratamento através de orações durante um período que vai de três a seis meses. Depois encaminham as pessoas para seus médicos a fim de fazerem novos exames e constatarem a cura. Eu tive a oportunidade de ver um senhor curado de um câncer de próstata, e tenham certeza eu nunca vi ninguém tão feliz.

            Parece conto, mas é verdade, passei apenas um mês com Nayara sob o tratamento de senhor Valentim, e durante esse pouco tempo ele conseguiu devolver paz e alegria a Nayara, que ficou livre das dores abdominais e pela primeira vez conseguiu ficar de pé a dar alguns passos. Em dezembro precisamos interromper o tratamento que mal havia começado, nossos recursos para despesas pessoais acabaram, o Natal vinha chegando e em janeiro senhor Valetim entraria de férias. Voltamos para Caruaru, mas com a promessa de retornarmos em fevereiro de 2003 para continuarmos o tratamento até que Nayara receba alta.

            Durante o mês de janeiro as dores abdominais dela retornaram  e nossa ansiedade em voltar para Brasília aumentou, pois embora a medicina não tenha encontrado nenhuma causa para tanto estrago na saúde de uma pessoa,  o senhor Valentim afirmou que Nayara possui uma enfermidade na barriga e outra pequena na cabeça, só que ela precisa ficar sob seu tratamento por um período que pode variar de três a seis meses, porém todos os nossos recursos se esgotaram nesses quase três anos de luta. Hoje estamos todos na casa de uma irmã e um cunhado muito caridosos.

            Nossa maior aflição é que agora que achamos uma luz que nos deu convicção de que pode nos ajudar, não temos como ir buscá-la, e é por isso que surge meu apelo de mãe que não agüenta mais ver sua filha saindo da infância para a adolescência em cima de uma cama se debatendo o dia inteiro e gemendo de dor.

            Se possível ADOTE NAYARA por seis meses com qualquer quantia ou mande qualquer tipo de ajuda ou informação que possa iluminar nossos caminhos.

            Todos os recursos arrecadados serão usados para nossa ida até seu Valentim e manutenção de nossa estadia, já que o custo de vida de Brasília é altíssimo.

            No final desta página existem alguns documentos e laudos que podem comprovar nossa história além de uma carta feita por mim, mãe de Nayara contando com mais detalhes o começo de todo sofrimento de Nayara.

            De tempo em tempo, à medida que Nayara for tendo melhora irei atualizando esta página, para que todos aqueles que resolveram nos dá a mão, tenham conhecimento de que de uma maneira especial estão fazendo parte do milagre da cura.

            Na certeza de que você participará de uma corrente forte e grande pela felicidade de uma criança, nós (a família) e Nayara, agradecemos antecipadamente.

Nayara Maria Florêncio Gouveia dos Santos

Foto tirada em 2002, quando tinha 9 anos.



           

PARA QUE VOCÊ POSSA AJUDAR:

-FOI ABERTA UMA CONTA POUPANÇA EM NOME DE:

 NAYARA MARIA FLORÊNCIO G. DOS SANTOS

             BANCO: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

             AGÊNCIA: 0051

             POUPANÇA Nº00305421-7

 

           -NOSSO E-MAIL É: nayara-santos@bol.com.br

          

           -TELEFONE PARA CONTANTO: (0xx81)3721-0681

            Caruaru(PE)-Brasil, 22 de março de 2003.



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